|
A origem desta região está ligada ao povo berebere desde tempos antigos. Este povo, presente em terras africanas desde há milhares de anos, tem uma ascendência desconhecida, embora se especule que possam ter provindo do Cáucaso. Depois da saída dos franceses, em 1956, instaurou-se a actual monarquia actual em 1957, com a coroação do Sultão e Rei Muhammad Ben Yusuf. O soberano foi sucedido em 1961 pelo seu filho Hassan II, a quem sucedeu, por sua vez, em 1999, o seu próprio filho e actual Rei Muhammad VI, que inaugurou novas infra-estruturas e que tem admitido um grau elevado de democratização.
Na época romana, já estes "homens de terra " tinham começado a erguer o Reino da Mauritânia, cujas fronteiras alcançaram o Mediterrâneo. Na sequência da queda do Império Romano, este povo começa a crescer e a expandir-se, chegando a envolver os seus guerreiros na conquista da Hispânia, especialmente através da sua islamização, mas também como defensores da ortodoxia. Este é, sem dúvida, um ponto de grande relevância na história do povo berebere, uma vez que o levará a protagonizar momentos-chaves nos séculos posteriores.
No decorrer da Idade Média, várias dinastias, como a almorávide, farão de Marrakech algo invejável, tanto pelos seus excelentes pensadores e artistas, como pela beleza e desenvolvimento da cidade, graças aos avanços nas suas infra-estruturas.
Já com os almohades constrói-se em Marrakech a famosa Koutubia, mezquita-gémea da Giralda de Sevilla. Foram séculos muito ricos os que se seguiram, com a prosperidade própria do Califato Omeya do século XII. Durante este tempo, se estendeu-se e deu-se a conhecer uma das culturas mais ricas e avançadas da História. Contudo, a partir do seculo XIII, a cisão generalizada do califato de Al Andalus e a decadência dos emires da região, facilitaram a reconquista hispânica, que teve o seu fim no século XV. Durante os três últimos séculos de Al Andalus, a história é marcada por sangrentos confrontos entre mouros e cristãos. Trata-se da "Jihad" para os primeiros e da "Guerra Santa" para os segundos, dogmas destinados a motivar tanto a Inquisição Espanhola e as Cruzadas como certos conflitos actuais.
A partir do século XIX, com a colonização francesa, Marrakech vê-se inserida nos novos conceitos urbanísticos europeus. Desenvolve-se então o transporte urbano e abrem-se bancos e empresas comerciais, assim como hotéis de claro estilo europeu, como o famoso hotel Mamounia.
Depois da saída dos franceses, em 1956, instaurou-se a actual monarquia actual em 1957, com a coroação do Sultão e Rei Muhammad Ben Yusuf. O soberano foi sucedido em 1961 pelo seu filho Hassan II, a quem sucedeu, por sua vez, em 1999, o seu próprio filho e actual Rei Muhammad VI, que inaugurou novas infra-estruturas e que tem admitido um grau elevado de democratização.
A população residente de Marrocos contrasta com os turistas mais velhos e com sorte que escolhem lugares como Marrakech para passarem as suas férias . As imensas riquezas culturais de Marrocos têm a sua popularidade assegurada entre os viajantes. |